Análises preditivas

Vamos falar de futuro! Um campo bastante fértil e próspero que se torna possível com o Big Data e é potencializado com a inteligência artificial são as análises preditivas.
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Esse tipo de análise, feita com auxílio da Inteligência Artificial, materializa a fusão da programação com a matemática, com utilização massiva da estatística aplicada a algoritmos desenvolvidos em linguagens que favorecem a aplicação de complexos cálculos a partir de grandes volumes de dados e variáveis.

O objetivo de uma análise preditiva é prever ou antecipar acontecimentos futuros baseados no histórico de ocorrências. A proposição básica das análises preditivas é que praticamente todos os fenômenos observáveis podem ser previstos, considerando que existe uma massa de dados representativa e especialistas que conduzem o desenvolvimento técnico (engenheiros e cientistas de dados) e a orientação do negócio.

No caso da Justiça, a pergunta mais fundamental no meio jurídico diz respeito a qual será o resultado de determinado processo: procedente ou improcedente? A partir do reconhecimento dos padrões históricos de julgamento de determinado magistrado, e tendo extraído e classificado os elementos do raciocínio jurídico do(s) autor(es) e do(s) réu(s), assim como os objetos da ação e especificidades de cada projeto – se envolve idoso, se houve pedido de justiça gratuita, entre outros – e considerando que existe uma lógica por trás das decisões do magistrado, faz total sentido prever seu resultado. Faz sentido, inclusive, indicar a tese e a argumentação jurídica a ser usada pelas partes que têm a maior probabilidade de maximizar a possibilidade de ganho ou minimizar a perda.

A IA permite uma maior previsibilidade das decisões, o que garante às partes e ao julgador, simetria da informação e a tomada de ações racionais. Caso uma empresa saiba que determinado magistrado tem um histórico de condenações por dano moral quando está comprovado determinado fato pelo autor de um processo, e que esse processo leva em torno de 15 meses de tramitação até seu encerramento, e que a sentença desse magistrado dificilmente é reformada em segunda instância; é lógico e racional que a empresa busque um acordo com o autor da ação já no início da tramitação do processo, em uma audiência de conciliação.

Já existem empresas, escritórios de advocacia e magistrados que dispõem de soluções que indicam a probabilidade de ganho/perda de processos, previsão de duração de qualquer trâmite processual (quanto tempo até a citação, até a audiência, até a sentença, até o julgamento do recurso) e sugestão do que fazer: Propor um acordo na conciliação? Propor um acordo após uma sentença desfavorável no primeiro grau? Recorrer? Que argumentos jurídicos usar?

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